Perguntas ao Governo

Lay-off na Coindu, em Joane, Vila Nova de Famalicão
13 Maio 2026
A empresa portuguesa Coindu, sediada em Joane, Vila Nova de Famalicão, fabrica componentes têxteis para automóveis, que tem unidades fabris em Curtici, na Roménia, e em Tlaxcala, no México, passou, em finais de 2023, pelo encerramento da unidade fabril de Arcos de Valdevez, o que deu origem ao despedimento de cerca de 350 trabalhadores.
Pouco tempo antes do referido despedimento, a unidade fabril havia sido adquirida pela empresa italiana Mastrotto.

Sobre a necessidade de nomeação do Presidente e restantes membros do Conselho Diretivo do IPQ
12 Maio 2026
O Instituto Português da Qualidade (IPQ) é o organismo público responsável pela coordenação do Sistema Português da Qualidade, o Organismo Nacional de Normalização, a Instituição Nacional de Metrologia e tem funções essenciais no domínio da qualificação. Com cerca de uma centena de trabalhadores altamente qualificados, o IPQ assegura atividades estruturantes para a economia nacional, a competitividade das empresas, a proteção dos consumidores e a credibilidade do mercado.

Sobre a situação da ERSUC e as suas consequências para os municípios, trabalhadores, ambiente e populações
9 Maio 2026
Após a privatização da Empresa Geral de Fomento (EGF), a SUMA- Serviços Urbanos e Meio Ambiente S.A. ficou detentora do capital de 12 sistemas multimunicipais de gestão de resíduos por 150 milhões de euros. Um desses sistemas é a ERSUC- Resíduos Sólidos do Centro, S.A., detida maioritariamente pela Mota-Engil, englobando municípios da região de Coimbra.

Alteração unilateral dos horários de trabalho de trabalhadores com responsabilidades parentais no Pingo Doce
8 Maio 2026
O Grupo Parlamentar do PCP tem questionado sucessivos governos e denunciado a prática de irregularidades e ilegalidades de que têm sido vítimas trabalhadores da cadeia de supermercados Pingo Doce.
O Pingo Doce é uma das maiores empresas de grande distribuição em Portugal, caracterizando-se a sua relação com os trabalhadores ao seu serviço pelos baixos salários, horários prolongados e discriminações diretas e indiretas, sempre sob uma inexplicável impunidade.

Retaliação dos trabalhadores do grupo Lusíadas Saúde que aderiram à greve de 17 de abril
8 Maio 2026
O artigo 536.º do Código do Trabalho prevê a suspensão contrato de trabalho, incluindo o direito à retribuição, durante o período da greve, mantendo-se os demais direitos que não pressuponham a prestação efetiva de trabalho.
Trabalhadores do grupo Lusíadas Saúde, uma das maiores empresas em Portugal que faz da doença um negócio, que, no passado dia 17 de abril, aderiram a uma greve convocada pela Federação Portuguesa dos Sindicatos do Comércio e Serviços (FEPCES/CGTP-IN), na qual o Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP/CGTP-IN) é filiado.

Sobre a ilegal detenção por Israel de cidadãos portugueses solidários com o povo palestiniano
5 Maio 2026
No passado dia 29 de abril, a Flotilha “Global Sumud”, com dezenas embarcações, foi ilegal e violentamente atacada e intercetada por Israel, em águas internacionais, próximo da Grécia.
A Flotilha tinha como objetivo levar urgente ajuda humanitária à população palestiniana na Faixa de Gaza, que continua a sofrer com o criminoso bloqueio imposto por Israel, que impede o acesso da população palestiniana a bens essenciais, com dramáticas consequências.

Impacto do comboio de tempestades no Concelho da Sertã
29 Abril 2026

Layoff na fábrica da Mitsubishi Fuso Truck Europe, Abrantes
29 Abril 2026

Falta de condições de trabalho dos Magistrados do Ministério Público
24 Abril 2026
Os Magistrados do Ministério Público estão em greve. Alertam para a falta de condições de trabalho, para a falta de meios e recursos no Ministério Público, para a carência de magistrados e as suas consequências, para a falta de soluções tecnológicas e digitais, para a degradação das instalações dos tribunais.
A carência de magistrados no Ministério Público tem-se traduzido na acumulação de processos por magistrado, o que naturalmente leva a uma sobrecarga de trabalho e à demora na resolução dos processos, prejudicando desde logo os profissionais, mas também os cidadãos e o País.

Processo de insolvência do Matadouro Industrial do Cachão, Mirandela
24 Abril 2026