Soberania, Política Externa e Defesa

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Declarações do patrão da Ryanair são mais uma provocação e acto de guerrilha mediática

Declarações do patrão da Ryanair são mais uma provocação e acto de guerrilha mediática

As declarações do patrão da Ryanair constituem mais uma provocação e um acto de guerrilha mediática que merecem repúdio e indignação e não a subserviência a que voltamos a assistir. Este novo ataque à TAP e à soberania nacional ao exigir apoderar-se das slots, das posições que a TAP detém no Aeroporto de Lisboa, é mais um exemplo do que é a prática das multinacionais: aproveitar a crise pandémica para tentar obter novas vantagens e lucros.

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Groundforce: o Governo optou por deixar andar e o resultado está à vista

Groundforce: o Governo optou por deixar andar e o resultado está à vista

Desde há mais de um ano que os trabalhadores da Groundforce estão a enfrentar uma numa situação de profunda instabilidade e ameaça quanto ao seu futuro.

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PCP exige diversificação da aquisição de vacinas

PCP exige diversificação da aquisição de vacinas

Na sequência da intervenção do PCP no combate à epidemia e na necessidade urgente de acelerar a vacinação para proteger a população, o PCP entregou hoje um Projeto de Resolução em que recomenda ao governo que tome diligências e, no quadro de sua opção soberana, possa diversificar a aquisição de vacinas autorizadas e reconhecidas pela Organização Mundial de Saúde e que sejam naturalmente reconhecidas e autorizadas pela Autoridade Nacional do Medicamento o INFARMED de forma a acelerar o processo de vacinação no nosso país.

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«Quem nos acusa de isolacionismo são os mesmos que estão sempre disponíveis para que sejam outros a decidir por nós»

«Quem nos acusa de isolacionismo são os mesmos que estão sempre disponíveis para que sejam outros a decidir por nós»

Sr. Presidentes, Sras. e Srs. Deputados,

Trazemos a debate um tema que é central no futuro próximo.

Os défices estruturais que o País enfrenta exigem soluções que a política de direita prosseguida pelos sucessivos Governos de PS, PSD e CDS não têm sido capazes de responder.

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«O País já produziu comboios, e deixou de os fabricar quando destruíram a SOREFAME. Não esquecemos»

«O País já produziu comboios, e deixou de os fabricar quando destruíram a SOREFAME. Não esquecemos»

Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados,

Quando os debates sobre a política económica têm como contexto a incerteza e as ameaças aos trabalhadores e aos povos, é preciso que haja coragem política para assumir como primeira prioridade a defesa do interesse nacional, enfrentando e recusando os interesses do poder económico.

É preciso reafirmar: Portugal não é um país pobre. Mas os problemas e défices estruturais do País avolumam dependências e tolhem o desenvolvimento.