Assembleia da República

Uma vida digna é um direito e os jovens estão a lutar por ela

Hoje, como ontem, os jovens tomam nas suas mãos o destino das suas vidas, não se conformam, nem se resignam e, com a irreverência e criatividade que caracteriza a juventude, lutam.

Condenação de ação violenta contra manifestação

No passado dia 21 de março, durante uma manifestação denominada “marcha pela vida” que ocorreu junto da Assembleia da República, um indivíduo de cara tapada lançou contra os manifestantes um objeto incendiário, cuja chama não conseguiu atear, e foi prontamente detido pelas autoridades policiais presentes no local.

A prática de um ato desta natureza contra uma manifestação pacífica é absolutamente condenável e não pode ser admitida seja a que pretexto for devendo ser feito o necessário apuramento e o seu autor ser responsabilizado pelo ato cometido.

São urgentes e justas as medidas de apoio aos rendimentos pelos impactos das tempestades

Apesar da propaganda, é manifesta a resposta tardia, descoordenada e insuficiente do Governo PSD/CDS aos graves efeitos e às consequências das tempestades de janeiro e fevereiro em dezenas de municípios do país.

Quem visita o território afetado recebe um imenso rol de problemas a que continua a faltar respostas. 

Respeitar a soberania da Venezuela e o direito à autodeterminação do povo venezuelano

No respeito pela Constituição da República Portuguesa, cabe à Assembleia da República respeitar a soberania do povo venezuelano, respeitar o princípio de não ingerência nos assuntos internos de outros Estados.

É a partir deste pressuposto que o PCP recomenda que se: 

É urgente regular as carreiras das amas da segurança social

O projeto de lei que o PCP traz hoje a debate visa reparar injustiças e reforçar os direitos das amas integradas no Instituto de Segurança Social, incluindo a regulamentação do exercício desta atividade e o seu enquadramento.

Nesta iniciativa, propomos a negociação entre o Governo e as organizações representativas dos trabalhadores do regulamento de carreiras e seu desenvolvimento, bem como do respetivo estatuto remuneratório.

Ser forte com os fracos e fraco com os poderosos não é sinal de coragem, é cobardia

Senhor presidente, senhores deputados,
O Senhor primeiro ministro conseguiu a proeza de juntar na mesma frase coragem e pacote laboral.

Ser forte com os fracos e fraco com os poderosos, decidir com quem se fala e quem se exclui, como faz o seu governo, não é sinal de coragem, é cobardia. 

Coragem é coisa que PSD, CDS, Chega e Iniciativa Liberal bem podem proclamar mas que na verdade não têm.