Trabalhadores

Uma vida digna é um direito e os jovens estão a lutar por ela

Hoje, como ontem, os jovens tomam nas suas mãos o destino das suas vidas, não se conformam, nem se resignam e, com a irreverência e criatividade que caracteriza a juventude, lutam.

O Governo está mais interessado em proteger os lucros do que proteger a vida das pessoas

Num País onde a propaganda confronta as dificuldades reais da vida da maioria, onde aumenta o custo de vida e alguns alcançam lucros históricos, onde os salários e pensões esticam cada vez mais para chegar ao fim do mês, onde estão a ser desmantelados serviços públicos, desde logo o SNS, onde é negado o acesso à habitação e se hipoteca o presente e o futuro das novas gerações, é perante este País que PSD, CDS, Chega e Iniciativa Liberal se submetem ainda mais aos EUA e de Is

Ser forte com os fracos e fraco com os poderosos não é sinal de coragem, é cobardia

Senhor presidente, senhores deputados,
O Senhor primeiro ministro conseguiu a proeza de juntar na mesma frase coragem e pacote laboral.

Ser forte com os fracos e fraco com os poderosos, decidir com quem se fala e quem se exclui, como faz o seu governo, não é sinal de coragem, é cobardia. 

Coragem é coisa que PSD, CDS, Chega e Iniciativa Liberal bem podem proclamar mas que na verdade não têm.

Alterações ao Código Contributivo da Segurança Social: Governo abre portas ao trabalho não declarado

O diploma do Governo agora em apreciação parlamentar, e que não tem outra saída senão a cessação imediata da sua vigência, como o PCP propõe, é bem demonstrativo de que tudo serve de pretexto para reduzir direitos e garantias aos trabalhadores e dar ainda mais instrumentos ao patronato para explorar quem trabalha.

Dividir para explorar: Chega quer instrumentalizar a imigração para aprofundar a exploração de quem trabalha

Desengane-se quem supõe que o projeto de lei em discussão corresponde a um mero impulso movido pelo ódio do Chega aos imigrantes oriundos de certas partes do Planeta.

É muito isso, mas é essencialmente um ódio instrumental visando restringir direitos de cidadãos estrangeiros com a mesmíssima orientação neoliberal dos malfadados tempos da Troica e do Decreto-Lei n.º 133/2012, que o Tribunal Constitucional chumbou, por violação do princípio da proporcionalidade.