Intervenções

PCP propõe comissão de inquérito para apurar responsabilidades no apoio às agressões dos EUA e Israel

A postura de vassalagem do Governo Português aos Estados Unidos da América e a Israel envergonha o País. Abdicam da soberania e independência nacional para alinhar sem pudor com quem desrespeita grosseiramente os princípios da Carta das Nações e o direito internacional, com quem reprime os povos que lutam pela sua autodeterminação e pelo direito a decidir soberanamente quanto ao seu futuro e ao seu País, com quem instiga a confrontação e guerra.

Quantos mais crimes terá Israel de cometer para que se acabe com o acordo de cooperação UE/Israel?

Hoje, dia 15 de maio, assinala-se o Dia da Nakba. Nakba em árabe significa Catástrofe. A Catástrofe do povo palestiniano, expulso das suas terras e das suas casas, a partir da criação do Estado de Israel, em 1948. Nas semanas e meses seguintes, o terror sionista expulsou cerca de 800 mil palestinos das suas casas, das suas aldeias, dos seus bairros e das suas terras. 

A vossa guerra serve a industria do armamento, os lucros da GALP, SONAEs, Jerónimo Martins e a banca, mas não os povos

Senhor presidente,
Senhores deputados,

Portugal, tal como define a Constituição da República, só se pode assumir como intransigente defensor do direito internacional, construtor da paz e pugnar pela solução política dos conflitos.

Depois de duas guerras mundiais e de milhões de mortos, é fácil concluir que a guerra é para parar e tudo fazer para que não torne a vir.

É verdade que Portugal não pode sozinho impor a paz. 

Até quando o interesse nacional vai continuar a sucumbir aos interesses belicistas da UE e dos EUA?

O debate anual sobre a participação de Portugal na Cooperação Estruturada Permanente é útil para reafirmar que o envolvimento de Portugal neste mecanismo de direção supranacional é contrário aos interesses do país, das Forças Armadas e do povo português.

O Governo quer transformar unidades militares em parques temáticos para jovens

O PSD e o CDS após concluírem a sua, cito, “reflexão urgente e descomplexada” sobre o modelo de defesa nacional e, na sua fúria de tudo mudar porque sim, o que têm para apresentar-nos é a transformação das unidades militares em parques temáticos para jovens e fazer dos militares coaches motivacionais em liderança… 

E ainda falta saber de onde vem tamanha inspiração…