Intervenções

Não pode ser novamente o povo a pagar a factura da guerra e os lucros intocáveis
25 Março 2026
Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, Sr. Secretário de Estado,
Responda às populações, aos pequenos agricultores, aos pescadores, aos micro, pequenos e médios empresários, aos bombeiros.
A escalada de preços no nosso País é o resultado de uma guerra que os senhores, a IL e o CH apoiam, portanto, são também responsáveis pelo agravamento das condições de vida.

Nós não temos nada contra o lucro, a questão é que não é distribuido de forma justa por quem o cria
25 Março 2026

Dão a volta ao mundo para não tocar nos lucros, não querem saber dos portugueses para nada
25 Março 2026

O Governo está mais interessado em proteger os lucros do que proteger a vida das pessoas
25 Março 2026
Num País onde a propaganda confronta as dificuldades reais da vida da maioria, onde aumenta o custo de vida e alguns alcançam lucros históricos, onde os salários e pensões esticam cada vez mais para chegar ao fim do mês, onde estão a ser desmantelados serviços públicos, desde logo o SNS, onde é negado o acesso à habitação e se hipoteca o presente e o futuro das novas gerações, é perante este País que PSD, CDS, Chega e Iniciativa Liberal se submetem ainda mais aos EUA e de Is

É justo que o reconhecimento dos bombeiros seja a valorização dos seus salários, carreiras e condições
20 Março 2026

São urgentes e justas as medidas de apoio aos rendimentos pelos impactos das tempestades
20 Março 2026
Apesar da propaganda, é manifesta a resposta tardia, descoordenada e insuficiente do Governo PSD/CDS aos graves efeitos e às consequências das tempestades de janeiro e fevereiro em dezenas de municípios do país.
Quem visita o território afetado recebe um imenso rol de problemas a que continua a faltar respostas.

Respeitar a soberania da Venezuela e o direito à autodeterminação do povo venezuelano
19 Março 2026
No respeito pela Constituição da República Portuguesa, cabe à Assembleia da República respeitar a soberania do povo venezuelano, respeitar o princípio de não ingerência nos assuntos internos de outros Estados.
É a partir deste pressuposto que o PCP recomenda que se:
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