Soberania, Política Externa e Defesa

The PCP proposes a committee of inquiry to establish responsibility for supporting US and Israeli aggression

The Portuguese Government’s position of vassalage towards the United States of America and Israel is a disgrace to the Country. They are abdicating national sovereignty and independence to align themselves shamelessly with those who unabashedly flout the principles of the United Nations Charter and international law, with those who repress peoples fighting for their self-determination and the right to decide sovereignly on their future and that of their Country, with those who promote confrontation and war.

Your war serves the arms industry, the profits of GALP, SONAE, Jerónimo Martins and the banks, but not the people

Portugal, as defined by the Constitution of the Republic, can only act as an uncompromising defender of international law, a builder of peace, and an advocate for the political resolution of conflicts.

After two world wars and millions of deaths, it is easy to conclude that war must be stopped and that everything must be done to ensure it never returns.

It is true that Portugal alone cannot impose peace.

But it can and must, together with other countries, break away from the chorus of the madness of war and the arms race.

PCP propõe comissão de inquérito para apurar responsabilidades no apoio às agressões dos EUA e Israel

A postura de vassalagem do Governo Português aos Estados Unidos da América e a Israel envergonha o País. Abdicam da soberania e independência nacional para alinhar sem pudor com quem desrespeita grosseiramente os princípios da Carta das Nações e o direito internacional, com quem reprime os povos que lutam pela sua autodeterminação e pelo direito a decidir soberanamente quanto ao seu futuro e ao seu País, com quem instiga a confrontação e guerra.

A vossa guerra serve a indústria do armamento, os lucros da GALP, SONAE, Jerónimo Martins e a banca, mas não os povos

Portugal, tal como define a Constituição da República, só se pode assumir como intransigente defensor do direito internacional, construtor da paz e pugnar pela solução política dos conflitos.

Depois de duas guerras mundiais e de milhões de mortos, é fácil concluir que a guerra é para parar e tudo fazer para que não torne a vir.

É verdade que Portugal não pode sozinho impor a paz. 

Até quando o interesse nacional vai continuar a sucumbir aos interesses belicistas da UE e dos EUA?

O debate anual sobre a participação de Portugal na Cooperação Estruturada Permanente é útil para reafirmar que o envolvimento de Portugal neste mecanismo de direção supranacional é contrário aos interesses do país, das Forças Armadas e do povo português.

O Governo quer transformar unidades militares em parques temáticos para jovens

O PSD e o CDS após concluírem a sua, cito, “reflexão urgente e descomplexada” sobre o modelo de defesa nacional e, na sua fúria de tudo mudar porque sim, o que têm para apresentar-nos é a transformação das unidades militares em parques temáticos para jovens e fazer dos militares coaches motivacionais em liderança… 

E ainda falta saber de onde vem tamanha inspiração…

A Defesa Nacional deve servir os interesses nacionais, não a loucura belicista da União Europeia e da NATO

Começo por apresentar as condolências do PCP à família do furriel Ismael Lamelas

Aquando da discussão da Lei de Defesa Nacional, há mais de 15 anos, o PCP centrou a sua intervenção em aspetos coincidentes com algumas das preocupações hoje trazidas pelo PS.

Aliás, o PS era então Governo, com maioria absoluta.