Posições Políticas

A juventude pode sempre contar com a JCP e o PCP, com o seu papel determinante na organização e dinamização da luta consequente e transformadora

A juventude pode sempre contar com a JCP e o PCP, com o seu papel determinante na organização e dinamização da luta consequente e transformadora

Viva a Festa do Avante!

A festa da vida, da arte e da cultura, da música e da literatura, do desporto e da alegria, da amizade e da solidariedade! Inseparável do nosso projecto de sociedade, esta é a festa que se constrói e vive como a Festa da Juventude, dos trabalhadores e do povo, A festa que a própria Juventude faz sua!

A Festa do Avante! está bem viva e continua a afirmar-se como poderosa e exaltante expressão do ideal e do projecto comunista

A Festa do Avante! está bem viva e continua a afirmar-se como poderosa e exaltante expressão do ideal e do projecto comunista

Esta festa do nosso glorioso Avante!, do nosso glorioso Partido, é a maior, a mais extraordinária, a mais entusiástica, a mais fraternal e humana, realizada no nosso país». Assim caracterizou Álvaro Cunhal em 1976 a primeira Festa do Avante!. Assim a podemos continuar a caracterizar, nesta sua quadragésima segunda edição, para incómodo dos que, desde há muito, a atacam com mentiras, calúnias e silêncios.

Desenganem-se! Pois, como podem constatar, a Festa do Avante! está bem viva e continua a afirmar-se como poderosa e exaltante expressão do ideal e do projecto comunista.

Abertura da 42.ª Festa do Avante!

Abertura da 42.ª Festa do Avante!

Abrimos as portas da quadragésima segunda edição da Festa do Avante!. Fazemo-lo com imensa alegria por ver o resultado de uma obra colectiva erguida a pulso pela disponibilidade e vontade militante, por disponibilidade e vontade de muitos amigos do Partido, de muitos amigos da Festa do Avante! – que a constroem, realizam e usufruem, e a tomam como sua, impulsionados pelos valores de Abril, pela solidariedade, pela paz, pela justiça social, pela luta por uma vida melhor, por um País livre e soberano.

A propósito do anúncio de uma eventual redução de custos de acesso ao transporte público na Área Metropolitana de Lisboa

A propósito do anúncio de uma eventual redução de custos de acesso ao transporte público na Área Metropolitana de Lisboa

1. O direito ao acesso à oferta de transportes públicos de qualidade e com redução dos custos para os utentes é um objectivo há muito prosseguido e defendido pelo PCP.

A proposta agora anunciada, em consideração e estudo, na Área Metropolitana de Lisboa pelo conjunto dos municípios que a integra poderá constituir, a confirmar-se, se preenchidas as condições para a sua viabilização, uma resposta a um problema que tem merecido a continuada intervenção do PCP.

Sobre o anúncio pela Comissão Europeia de propor o fim da mudança da hora

Sobre o anúncio pela Comissão Europeia de propor o fim da mudança da hora

A pretensão anunciada pela Comissão Europeia de propor o fim da mudança da hora, a coberto de uma suposta consulta pública, invocando razões de interesse “do mercado interno” e comércio transnacional é expressão, mesmo em matérias como esta, de concepções federalistas inaceitáveis.

As pressões do governo sobre as autarquias locais para impor a transferência de encargos

As pressões do governo sobre as autarquias locais para impor a transferência de encargos

A carta hoje enviada às Câmaras Municipais e Assembleias Municipais pelo Ministério da Administração Interna é, do ponto de vista jurídico, desprovida de qualquer valor. Missivas, pareceres ou interpretações de Direcções Gerais, Secretários de Estado ou Ministros não têm o poder de alterar uma Lei aprovada na Assembleia da República.

A carta do Ministro só pode ser vista como expressão da desorientação face a uma legislação resultante do negócio entre o governo e o PSD que tem suscitado a crítica e oposição de autarquias de diversas forças políticas.

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Uma intervenção decidida em defesa do SNS

Uma intervenção decidida em defesa do SNS

1 - O PCP chama a atenção para as dificuldades no funcionamento do SNS, reafirma a sua oposição à forma como o Governo do PS tem conduzido a política de saúde e denuncia a campanha em curso, desenvolvida a partir dos centros político e económico do grande capital, não com o objectivo de melhorar o funcionamento do Serviço Nacional de Saúde (SNS), mas para o substituir por um sistema de saúde centrado em duas componentes: um serviço público desvalorizado apenas com um conjunto de garantias mínimas, destinado aos mais pobres e uma prestação centrada nos seguros de saúde e concr