Posições Políticas

Por solicitação de vários órgãos de comunicação social sobre a acção que hoje teve lugar, o PCP torna público:

Por solicitação de vários órgãos de comunicação social sobre a acção que hoje teve lugar, o PCP torna público:

O PCP considera que, independentemente dos promotores, da dissimulação de objectivos reaccionários, de elementos demagogicamente invocados, se regista um enorme contraste entre uma promoção mediática artificial com uma dimensão raramente vista e a escassa participação verificada (apenas algumas centenas de pessoas no conjunto do País). Isto traduz um claro distanciamento e rejeição pelos trabalhadores e o povo português desta acção e das suas intenções obscuras.

Redução de 3,5% confirma que é possível baixar os custos da electricidade

Redução de 3,5% confirma que é possível baixar os custos da electricidade

A privatização da EDP e da REN, a liberalização dos preços, a par da introdução de complexos mecanismos ditos de compensação que asseguram superlucros às empresas electroprodutoras, assim como, o agravamento do IVA de 6% para 23% sobre a electricidade levado a cabo pelo anterior Governo PSD/CDS, traduziram-se num agravamento brutal dos custos da energia eléctrica, dos mais elevados na Europa, penalizadores das condições de vida do povo português e da competitividade da economia nacional.

Divulgação do primeiro candidato da lista da CDU ao Parlamento Europeu

Divulgação do primeiro candidato da lista da CDU ao Parlamento Europeu

A Coligação Democrática Unitária torna público que João Ferreira será o seu primeiro candidato às Eleições para o Parlamento Europeu a realizar em 26 de Maio próximo.

João Ferreira, biólogo, é actualmente deputado no Parlamento Europeu, sendo vice-presidente da Assembleia Parlamentar Paritária África, Caraíbas e Pacífico – União Europeia. João Ferreira é membro do Comité Central do PCP e vereador da Câmara Municipal de Lisboa.

«A defesa da soberania nacional é indissociável do avanço no caminho da emancipação social dos trabalhadores e dos povos»

«A defesa da soberania nacional é indissociável do avanço no caminho da emancipação social dos trabalhadores e dos povos»

Prezados amigos, estimados camaradas,

A integração de Portugal na União Europeia e no Euro é, desde há décadas, um elemento de suporte da política realizada por sucessivos governos, que influenciou decisiva e crescentemente a estruturação e a acção do Estado em variados domínios. A evolução do processo de integração limitou fortemente a soberania e a independência nacionais, tendo um impacto profundo na economia e na sociedade portuguesas.

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Portugal e a União Europeia – Romper dependências, defender a soberania, construir uma outra Europa

Portugal e a União Europeia – Romper dependências, defender a soberania, construir uma outra Europa

Gostaria de agradecer a todos os convidados que acederam ao nosso convite para partilhar connosco valiosas contribuições para a reflexão e proposta do PCP.

Esta reflexão e a mobilização de vontades para abrir novos caminhos para Portugal e para a Europa é tão mais importante, quando o quadro geral é o de uma crescente e quase absoluta insustentabilidade da situação provocada pelo processo de integração capitalista da União Europeia e pelas políticas e matriz ideológica que o caracterizam.

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«É possível um novo rumo, alternativo, que consolide direitos, melhore as condições de vida dos trabalhadores e do povo»

«É possível um novo rumo, alternativo, que consolide direitos, melhore as condições de vida dos trabalhadores e do povo»

Uma forte e fraterna saudação a todos os delegados e convidados presentes nesta IX Assembleia, fazendo votos para que, a partir das conclusões que aqui assumis, da nova Direcção que foi eleita e da força e confiança que resultam deste importante momento para a vida e para a intervenção do Partido na região do Algarve, possam continuar a intensificar a luta dos trabalhadores e das populações algarvias, por uma vida melhor, por uma região e um Portugal com futuro.

Sobre a luta em desenvolvimento pelos direitos dos trabalhadores

Sobre a luta em desenvolvimento pelos direitos dos trabalhadores

Texto integral da resposta enviada ao «Expresso» subscrita por Francisco Lopes, membro do Secretariado e da Comissão Política do Comité Central. A utilização parcial por parte deste semanário do conjunto da avaliação do PCP às lutas em curso, às suas razões, objectivos, dinâmicas e formas de luta suscita que com vantagem o seu conteúdo seja integralmente conhecido.

Abertura da 9.ª Assembleia da Organização Regional do Algarve

Abertura da 9.ª Assembleia da Organização Regional do Algarve

Camaradas,

Uma calorosa saudação a todos os delegados e convidados a esta 9.ª Assembleia da Organização Regional do Algarve e por vosso intermédio aos trabalhadores e populações algarvias, desejando que hoje seja um importante dia de trabalho e de convívio e que no final desta Assembleia, saiamos daqui com um Partido mais forte, mais unido e mais determinado a levar por diante as exigentes e exaltantes tarefas que temos pela frente.

Uma nova ameaça à Ferrovia Nacional. Governo decide entregar a Unidade de Manutenção e Reparação de Vagões da EMEF à multinacional Suíça MSC

Uma nova ameaça à Ferrovia Nacional. Governo decide entregar a Unidade de Manutenção e Reparação de Vagões da EMEF à multinacional Suíça MSC

Foi esta semana formalmente comunicado aos trabalhadores que o Governo decidiu da venda da unidade de negócio de manutenção de vagões da EMEF que opera nos parques oficinais localizados no Entroncamento.

Essa venda, efectuada por via de um ACE (Acordo Complementar de Empresas) constituído entre a Medway e a EMEF, e detido a 51% pela Medway, representa na prática a privatização desta unidade de negócios e a sua entrega a uma empresa detida pela multinacional Suíça MSC.

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Sobre o Conselho Europeu de 13 e 14 de Dezembro

Sobre o Conselho Europeu de 13 e 14 de Dezembro

Não deixando de confirmar impasses e contradições que marcam a actual situação de profunda e arrastada crise da União Europeia, as discussões tidas, as decisões tomadas e os caminhos apontados pelo Conselho Europeu inscrevem-se no aprofundamento do neoliberalismo, do militarismo e do federalismo da UE e são contrários aos interesses dos trabalhadores, do povo e do País, e dos demais povos da Europa.