Assembleia da República

Após 50 anos de Autonomia das Regiões Autónomas, ainda estão por explorar diversas capacidades

Senhor Presidente da Assembleia da República,
Senhores presidentes das assembleias legislativas e dos governos das regiões autónomas dos Açores e da Madeira,
Senhores representantes da República para os Açores e para a Madeira,
Senhores ministros da Presidência e dos Assuntos Parlamentares,
Senhores deputados,
Senhores convidados,

PSU: preconceito contra os pobres transformado em lei

O acordo de última hora entre PSD/CDS e o PS assegurou a aprovação da PSU sem perder a sua conceção profundamente reacionária, embora permitindo que a aliança preferencial com o Chega não se concretizasse.

Esta iniciativa, a forma como foi apresentada e o simulacro de discussão dizem muito do preconceito da direita contra os pobres.

Faltam apoios, faltam meios, falta acção: PCP confronta Ministro da Agricultura

Intempéries

O quadro é muito preocupante quanto à situação nas florestas, com os enormíssimos volumes de biomassa ainda acumulados – e há muito por fazer.

É necessário mobilizar mais recursos e mais meios para concluir a desobstrução de estradas e caminhos e retirar o maior volume possível de material lenhoso o mais rapidamente possível.

Senhor ministro,

O que está a fazer para aumentar a capacidade de remoção?

Mais uma vez, PCP propõe valorização e universalidade do abono de família e valorização do abono pré-natal

Mais uma vez, o PCP traz a debate um projeto justo, pelo alargamento do universo dos titulares do abono pré-natal, pela reposição dos escalões do abono de família para crianças e jovens até aos 18 anos e pela universalização do direito ao abono de família como direito de todas as crianças.

Trabalhadores do PRR fazem falta na Administração Pública. PCP propõe a sua integração

Dois milhares de trabalhadores, contratados a termo certo ou incerto por 39 entidades empregadoras públicas, mas amplamente reconhecidos como essenciais ao funcionamento dos serviços, enfrentam a ameaça do desemprego, na sua maioria até 31 de dezembro, numa segunda adenda aos contratos, porque os serviços que servem não funcionarão sem o seu trabalho, os seus conhecimentos e a sua valiosa experiência. 

Deputados e partidos terão de decidir: Estão com os trabalhadores ou com o pacote laboral do Governo?

Agora é a hora da verdade, cada deputado e partido terá de decidir se vota contra ou apoia ainda mais precariedade, ainda mais desregulação de horários e da vida, ainda mais pressão sobre os salários, liberalização dos despedimentos ou o trabalho extraordinário não pago com o banco de horas.