Saúde

Construção do Hospital Central do Algarve

Em novembro de 2011, na discussão do Orçamento do Estado para 2012, o Grupo Parlamentar do PCP questionou o Ministro da Saúde sobre a construção do Hospital Central do Algarve. O Ministro reconheceu a importância do novo hospital para o Algarve e identificou a construção desta unidade de saúde como uma prioridade nacional.

Encerramento da Extensão de Saúde de Azevedo, Porto

O Grupo Parlamentar do PCP teve conhecimento que a Direção do Agrupamento de Centros de Saúde Porto Oriental emanou um comunicado no qual informa que os médicos que estão afetos à Extensão de Saúde de Azevedo do Centro de Saúde de Campanhã vão deixar de exercer atividade, no próximo dia 4 de novembro, naquela unidade de saúde em virtude do fecho da extensão, sendo que alegam a falta de condições d

"Lá fora, às portas desta Assembleia da República, milhares exigem um rumo diferente para o país"

No encerramento do debate na generalidade do Orçamento do Estado para 2014, João oliveira afirmou que cada corte na despesa referido neste debate é um corte na democracia e é contra esses cortes e em defesa da democracia que lá fora, às portas desta Assembleia da República, se reúnem milhares de manifestantes exigindo um rumo diferente para o país.

"Sr. Ministro, o que é que o seu discurso tem a ver com a realidade do país"

No debate na generalidade do Orçamento do Estado para 2014, Bruno Dias afirmou que a tal transformação estrutural que o governo anuncia, não é substituir importações por produção nacional, é substituir importações por fome.

"Isto não é um exercício de contabilidade, é o debate sobre a vida das pessoas"

No debate na generalidade do Orçamento do Estado para 2014, Miguel Tiago afirmou que aquilo que este governo chama de corte na despesa, o que representa é um corte na democracia. Isto não é um exercício de contabilidade que querem apresentar, é o debate sobre as vidas das pessoas e o impacto que estas medidas têm sobre elas, concluiu.

"O Orçamento do Estado para 2014 é um orçamento mentiroso"

No debate na generalidade do Orçamento do Estado para 2014, Paulo Sá afirmou que o Orçamento do Estado para 2014 é mentiroso porque estabelece metas que não vai cumprir, afirma que os sacrifícios são distribuídos por todos quando o são apenas para os trabalhadores e o povo. Esta política serve os interesses da banca e dos grupos económicos, mas não serve o país, concluiu.

"Estamos a discutir o orçamento da banca e dos grupos económicos e não o do país"

No debate na generalidade do Orçamento do Estado para 2014, Paulo Sá afirmou a discussão que estamos a fazer não é de um Orçamento do Estado. Estamos a discutir o orçamento do BPI, do BANIF ou do BCP que, juntos, receberam nos últimos dois anos, diretamente pela mão do Estado, 5.600 milhões de euros para a recapitalização e vão continuar a receber dinheiros públicos. Estamos a discutir o orçamento dos grupos Sonae, Jerónimo Martins, Amorim, EDP, GALP ou Mota Engil que vão arrecadar mais umas centenas de milhões de euros com a reforma do IRC e a beneficiar de regimes fiscais privilegiados.

"Esta política sacrifica vidas, a economia do país e o desenvolvimento nacional"

No debate na generalidade do Orçamento do Estado para 2014, João Oliveira afirmou que as linhas vermelhas que o CDS disse que não ultrapassava são como elásticos, colocam-se onde é mais conveniente para os grandes interesses económicos.

"Os portugueses não tem falta de confiança no seu país, têm é falta de confiança neste governo"

No debate na generalidade do Orçamento do Estado para 2014, Miguel Tiago afirmou que este é o caminho do empobrecimento dos portugueses, no roubo dos salários e pensões, que agrava o endividamento e a destruição do emprego. Os portugueses não tem falta de confiança no seu país e no seu povo, têm é falta de confiança neste governo, concluiu.

Atraso na avaliação das Unidades de Saúde Familiar relativos ao ano de 2012

A monitorização e avaliação das Unidades de Saúde Familiares (USF) referente ao ano de 2012 ainda não são conhecidas. As Administrações Regionais de Saúde (ARS) já deveriam ter publicado os resultados das USF no que respeita ao ano de 2012.