Posições Políticas

&quot;Partido de Modelo Único&quot;<br />Bernardino Soares na&quot;Capital&quot;<span class="data">

29 de Janeiro de 2003Já no passado se abordaram nestas páginas os discursos pomposos e cheios de “politicamente correcto” sobre o tema a que se convencionou chamar “reforma do sistema político”. Nele encontraram PSD e PS (e também CDS) um confortável bode expiatório para o justo descontentamento e desencanto com a política de largas camadas da população.

&quot;A chatice da política&quot;<br />Octávio Teixeira no &quot;Diário Económico&quot;<span class="data">

28 de Janeiro de 2003Não se queira retirar ao poder político aquilo que lhe pertence… Além de que carece de demonstração que os economistas errem menos que os políticos

&quot;Efeitos&quot;<br />Ruben de Carvalho no &quot;Diário de Notícias&quot;<span class="data"><span class="data">

26 de Janeiro de 2003Escreve Helena Matos no Público: «(...) para todos os efeitos, os norte-americanos, ao contrário dos bons europeus, nunca [tiveram] colónias nem impérios» (sublinhado meu).É um sossego para a História.Em 1848 os EUA não conquistaram pelas armas ao México a Califórnia e o Novo México.

&quot;A Farsa do Código de Trabalho&quot;<br />Honório Novo no &quot;Jornal de Notícias&quot;

de Janeiro de 2003Muito se tem falado da necessidade de aumentar a competitividade e a produtividade da economia portuguesa.

Aumento das tarifas dos transportes públicos – Governo mente!

O anúncio pelo Governo do limite de 3,5% para os aumentos médios das tarifas dos transportes de passageiros não corresponde à verdade e à realidade sentida por todos os portugueses que necessitam de utilizar os transportes públicos de passageiros nas suas deslocações diárias.

Triangulações<br />Ruben de Carvalho no &quot;DN&quot;<span class="data">

25 de Janeiro de 2003O pudico objectivo para a zona franca da Madeira é constituir um factor de atracção de capitais estrangeiros.Para tanto, as operações ali realizadas têm um regime de impostos substancialmente mais favorável do que todo o resto do País.

&quot;Mesquinhos e sem vergonha&quot;<br />Vítor Dias no &quot;Semanário&quot;<span class="data">

24 de Janeiro de 2003 Não chegariam duas páginas inteiras deste jornal para descrever e desmascarar razoavelmente o sofisticado folhetim de intriga e calúnia que, contra o PCP e a sua direcção, foi urdido em torno do triste falecimento de João Amaral, em resultado de mais um turvo casamento de uma estrutural má-fé com um doentio preconceito.

Apelo do PCP: Paremos a guerra antes que comece!

O PCP manifesta a sua mais viva preocupação pela extraordinária gravidade dos declarados propósitos belicistas dos EUA em relação ao Iraque.

Sem medo das palavras<br />Artigo de Vítor Dias no &quot;Avante!&quot;

Enquanto acumulamos a aconselhável serenidade antes de, aqui ou noutro espaço, darmos uma merecida sapatada na repugnante maré de mentiras, calúnias e infâmias despejadas sobre o PCP na última semana, ocupemo-nos pois de outro assunto porventura mais importante porque mais estruturante.

Sobre o processo eleitoral para o Conselho das Comunidades Portuguesas

A aproximação da data (30 de Março) de realização da eleição para o Conselho das Comunidades Portuguesas (CCP) – e a forma atabalhoada como o Governo PSD/PP tem conduzido todo este processo, têm suscitado dúvidas e justas preocupações por parte das Comunidades Portuguesas.

Desde logo, com a intenção inicial do Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas (SECP) em marcar as eleições, para Janeiro deste ano, descurando a realidade, acabando por tomar - por sugestão do Conselho Permanente do CCP - a decisão mais acertada de marcar a data das eleições para 30 de Março.