Relatório Anual sobre os Direitos Humanos e a Democracia no Mundo em 2016 e a política da União Europeia nesta matéria

A União Europeia arvora-se de promotora e defensora dos direitos humanos e da democracia nas mais diversas partes no mundo, quando na União Europeia persistem violações dos direitos humanos e da democracia. São muitos os exemplos em 2016, em diversos Estados-Membros de violações de direitos humanos, veja-se a forma inumana e o tratamento que tem sido dado aos refugiados; as limitações das liberdades e dos direitos dos cidadãos sobre pretexto de combate ao terrorismo. Atentados à democracia também são uma constante com as instituições europeias como o Parlamento Europeu a darem o exemplo no que a comportamentos anti-democráticos diz respeito. Mas não é demais referir a perseguição a comunistas, democratas e outras organizações progressistas em diversos Estados-Membros da UE.
Os direitos humanos e promoção da democracia não têm sido mais do que um pretexto usado por parte da União Europeia para interferir e ingerir na situação política interna de países soberanos.
Havendo preocupações e questões que são levantadas justas, é de registar a completa ausência de responsabilidades da UE no agravar de determinados problemas relacionados com violações de direitos humanos no mundo.
Votámos contra.

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