Declaração de Rui Fernandes, membro da Comissão Política do Comité Central

Sobre a Mensagem de Ano Novo do Presidente da República

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Não se diferenciando de outras anteriores, suscita problemas que colocam em contradição o discurso e as opções e as orientações que vão sendo seguidas.
O combate à pobreza e à exclusão não se faz através de medidas de natureza assistencialista mas com o aumento geral dos salários, das pensões e das reformas e um decisivo combate à precariedade. Uma justiça credível faz-se com investimento em meios humanos e materiais e com dotações orçamentais que permitam a contratação de assessorias e de peritos. A valorização da juventude e das jovens famílias fazem-se com políticas reais de apoio desde logo a criação da rede pública creches. A valorização da segurança faz-se com dotações orçamentais que respondam aos problemas dos profissionais das forças e serviços de segurança, desde logo problemas que se arrastam há anos e cuja política que tem vindo a ser seguida e que se prevê continuar a ser seguida é de arrastamento da resolução desses problemas. O avanço decidido nesta e noutras matérias que não vemos, mas vemos os milhões que continuam a ser injectados na banca a valorização dos excedentes orçamentais para outros efeitos que não o do investimento.

Partilhamos também uma mensagem de esperança e confiança no ano que agora se inicia. A esperança e a confiança que não fica à espera e confia na luta dos trabalhadores e do povo português.

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