Declaração de Libério Domingues, Coordenador da União dos Sindicatos de Lisboa da CGTP

Derrotada a meia hora, activistas sindicais reafirmam luta contra alterações às leis do trabalho

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Numa acção que envolveu mais de 2000 activistas e dirigentes sindicais, foram entregues centenas de pareceres oriundos das empresas e locais de trabalho que rejeitam o rumo de exploração e empobrecimento que o Pacto de Agressão está a impor aos trabalhadores, designadamente a tentativa de alteração para pior da legislação laboral avançada pelo Governo.

Pareceres que, interligados com a luta desenvolvida nos locais de trabalho - da qual a Greve Geral de 24 de Novembro foi expressão - constituíram uma afirmação inequívoca de rejeição do projecto de alargamento de meio hora de trabalho que foi entretanto derrotada.

Uma iniciativa que reafirmou simultâneamente a necessidade de intensificar a luta contra as alterações na legislação laboral entretanto acordadas pelo governo, patronato e UGT, e a confiança de que, tal como foi derrotada a meia hora a mais de trabalho sem remuneração, também agora, todas e cada uma, das outras medidas acordadas serão derrotadas. O apelo lançado pela CGTP-IN para uma grande participação dos trabalhadores na Manifestação Nacional de 11 de Fevereiro, que culminará no Terreiro do Paço, foi ali reafirmado visando uma resposta de grande dimensão ao processo de afundamento que está em curso.

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