Campanha construída a pulso cresce em Serpa

Campanha construída a pulso cresce em Serpa

O dia terminou com um jantar em Serpa, com cerca de 300 pessoas, na Praça da República, que ficou ainda mais bonita com as cores e o movimento de uma força que avança em todo o País, pelo desenvolvimento e direitos dos trabalhadores e do povo.

Para além do Secretário-geral do PCP, intervieram Tomé Pires, presidente da Câmara Municipal, e João Dias, primeiro candidato da CDU ao círculo eleitoral de Beja. Antes, subiram ao palco «Os alentejanos», que interpretaram temas de resistência e luta.

No palco estiveram também os candidatos Odete Borralho (professora), Sara Mercelino (fisioterapeuta), Telma Saião (actriz), Jorge Silva (mineiro) e Manuel Nobre (professor). Com eles estiveram, entre outros dirigentes, João Pauzinho e João Dias Coelho, dos organismos regionais e nacionais do PCP.

Ouviram-se palavras sentidas. «Temos todo um trabalho realizado nesta legislatura do qual nos orgulhamos e queremos dar continuidade. Por isso, é com a maior das humildades que me dirijo a cada um, em nome da CDU, numa linguagem que o povo entende, da razão, da honestidade, de quem sente verdadeiramente as dificuldades que passam as nossas gentes», disse João Dias.

Ideia também transmitida por Tomé Pires, que qualificou a campanha da CDU de «dinâmica, esclarecedora e mobilizadora, construída por nós, a pulso, assim como o resultado de 6 de Outubro». «Temos de dar o nosso contributo para fazer crescer ainda mais esta campanha e dar força à CDU», apelou, adiantando: «Temos que fazer chegar a toda a gente, dar a conhecer a todo o País, o trabalho dos deputados da CDU, a influência do nosso trabalho nos ganhos que tivemos na última legislatura. Sim, porque conseguimos recuperar alguns direitos e melhorar alguns aspectos das nossas vidas.»

Actos concretos

Também Jerónimo de Sousa pediu «mais força à CDU» para «fazer avançar o País» e «não deixar o PS de mãos livres para, com ou sem o apoio do PSD e do CDS, andar para trás no que se conquistou com a luta dos trabalhadores e a intervenção da CDU».

«Cada voto a mais na CDU é um voto que conta para o aumento geral dos salários, do salário mínimo nacional para os 850 euros, para assegurar o aumento real e geral das pensões de reforma, que garante creches gratuitas para todas as crianças até aos três anos», mas também para garantir que «os serviços públicos têm o financiamento que precisam, que o Serviço Nacional de Saúde passe a ter os meios necessários para assegurar o direito à saúde», elencou o Secretário-geral do PCP, sem esquecer o direito à habitação» e o de «defender o ambiente e preservar a natureza». Sobre este último ponto, reivindicou «actos concretos» como o investimento no alargamento da oferta, com mais serviços e melhor conforto, nos transportes públicos, como o programa global para o equilíbrio ecológico, inserido no conjunto de medidas urgentes do Programa Eleitoral do PCP.

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