Assembleia da República

As populações e os pequenos empresários não precisam de conversa, precisam de apoios depois das tempestades

Quero recordar as palavras do Sr. Ministro que afirmou que os apoios chegariam em dias. Passaram quase quatro meses desde as intempéries e há pessoas e muitas MPME’s a quem não chegou um cêntimo. O que sobra em farronca, falta na concretização dos apoios. E nem vale a pena vir aqui com desculpas esfarrapadas e descartar-se das suas responsabilidades.

A vossa guerra serve a indústria do armamento, os lucros da GALP, SONAE, Jerónimo Martins e a banca, mas não os povos

Portugal, tal como define a Constituição da República, só se pode assumir como intransigente defensor do direito internacional, construtor da paz e pugnar pela solução política dos conflitos.

Depois de duas guerras mundiais e de milhões de mortos, é fácil concluir que a guerra é para parar e tudo fazer para que não torne a vir.

É verdade que Portugal não pode sozinho impor a paz. 

O Governo quer transformar unidades militares em parques temáticos para jovens

O PSD e o CDS após concluírem a sua, cito, “reflexão urgente e descomplexada” sobre o modelo de defesa nacional e, na sua fúria de tudo mudar porque sim, o que têm para apresentar-nos é a transformação das unidades militares em parques temáticos para jovens e fazer dos militares coaches motivacionais em liderança… 

E ainda falta saber de onde vem tamanha inspiração…

A Assembleia da República não pode ficar indiferente ao bloqueio desumano dos EUA a Cuba

A Assembleia da República não pode ficar indiferente perante o recrudescimento do bloqueio e as ameaças de agressão militar proferidas pelo Presidente dos EUA contra Cuba, uma nação soberana e com a qual Portugal tem longas relações diplomáticas e de amizade.

Um desumano e criminoso bloqueio e inaceitáveis ameaças que numa flagrante violação dos princípios da Carta da ONU e do direito internacional, atentam contra a soberania e os direitos do povo cubano.

Tempestades: Governo falhou, PCP propõe apoio real aos municípios

O facto de só agora – mais de três meses após as intempéries – estarmos a discutir medidas excecionais no âmbito das autarquias locais confirma a justeza das críticas do PCP às respostas tardias, descoordenadas e insuficientes do Governo PSD/CDS.

A realidade e os problemas que se acumulam e ainda não estão resolvidos mostram o resultado da constante ofensiva política de direita contra os serviços públicos.