Intervenções

Sexta 10 de Fevereiro de 2012

Agostinho Lopes afirmou hoje na tribuna da Assembleia da República, que o estado em que o sector agricola chegou, de destruição de toda a capacidade produtiva e de ruina dos agricultores, é da responsabilidade de PS/PSD/CDS ao longo de mais de 30 anos de políticas de desastre nacional.

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Sexta 10 de Fevereiro de 2012

Após a tomada de conhecimento da decisão da Presidente da Assembleia da República de inviabilizar o requerimento do PCP para audição do Primeiro-ministro sobre os Serviços de Informação, pasta que tutela, o PCP levou esta decisão ao plenário.

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Sexta 10 de Fevereiro de 2012

O PCP apresentou um Projecto de Lei que estabelece um regime transitório de isenção de propinas e de reforço do apoio aos estudantes do ensino superior. Rita Rato afirmou que dado o atual contexto económico e social penalizador de vastas camadas da população, o PCP propõe um regime transitório de isenção de propinas.

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Quinta 9 de Fevereiro de 2012

O PCP apresentou hoje o seu Projecto de Lei que Regula os horários de funcionamento das unidades de comércio e distribuição. Agostinho Lopes afirmou no plenário que o direito ao descanso semanal de todos os que trabalham, uma regulação do mercado de bens de consumo e o ordenamento do comércio, exige a regulação dos horários como um elemento fundamental.

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Quinta 9 de Fevereiro de 2012

Na discussão do projecto de resolução do PCP, que recomenda a suspensão da reorganização curricular, Miguel Tiago afirmou que a proposta do Governo não é uma revisão curricular, é um despedimento coletivo de professores, um ataque aos direitos dos estudantes e um empobrecimento do papel da Escola.

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Quarta 8 de Fevereiro de 2012

Honório Novo afirmou hoje que o PCP vai opor-se ativamente, nos mais diversos planos e por todos os meios ao nosso alcance, à sua ratificação e à sua aplicação em Portugal. Vamos fazê-lo no mesmo plano e a par da nossa oposição ao desvario autoritário que querem impor ao nosso País, seja através do memorando agressivo da troika ou através do caminho federalista, antidemocrático e violador das soberanias que a União Europeia e a Alemanha insistem em percorrer.

Quarta 8 de Fevereiro de 2012

João Oliveira afirmou hoje na tribuna da Assembleia da República que, ao contrário daqueles que procuram recorrentemente responsabilizar os trabalhadores e as suas lutas pelos problemas do País, a luta contra o Pacto de Agressão impõe-se como um imperativo patriótico contra a ruína e a bancarrota do País.

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Sexta 3 de Fevereiro de 2012

O PCP confrontou o Primeiro-Ministro no debate quinzenal, com a propaganda diária que o governo faz, escondendo o país real e os seu problemas. Jerónimo de Sousa afirmou que, o governo pode contar as mentiras que quiser, os trabalhadores e o povo irão derrotar o pacto de agressão e as políticas de desastre nacional.

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