Comunicado do Gabinete de Imprensa dos Deputados do PCP ao PE

11ª Assembleia da EUROLAT. Viena - Participação do deputado do PCP João Pimenta Lopes

Entre 17 a 20 de Setembro, realizou-se em Viena a 11ª Assembleia Parlamentária Euro-Latino Americana (EUROLAT) que juntou deputados do Parlamento Europeu e deputados de diversos parlamentos da América Latina e das Caraíbas. João Pimenta Lopes, deputado do PCP no Parlamento Europeu e Vice-Presidente da EUROLAT, integrou a delegação do Grupo Confederal da Esquerda Unitária Europeia / Esquerda Verde Nórdica (GUE/NGL) que participou nos trabalhos desta Assembleia.

No âmbito desta Assembleia, os deputados GUE/NGL e da esquerda progressista latino-americana discutiram a situação política e social de ambos as regiões e os desafios que se colocam aos povos e às forças progressistas ante a ofensiva dos EUA e da UE contra os direitos dos trabalhadores e a soberania dos povos, tendo elaborado uma Declaração Comum que foi subscrita por parlamentares de Portugal, Espanha, Argentina, Bolívia, Cuba, Nicarágua, Honduras, Uruguai e Equador.

Na Declaração Comum os deputados expressam a sua solidariedade com a luta que os povos na Europa e na América Latina travam em defesa da soberania e pelo progresso social.

João Pimenta Lopes esteve presente em diversas comissões da Assembleia, tendo tido a oportunidade de intervir sobre as consequências para Portugal e para o povo português dos constrangimentos e imposições das políticas da UE, e o que estas significam de retrocesso social de ataque a direitos laborais, aos serviços públicos ou de debilitação do aparelho produtivo nacional. João Pimenta Lopes valorizou ainda os avanços – ainda que limitados pela atitude de submissão à União Europeia e aos grandes interesses económicos e financeiros por parte do Governo minoritário do PS – que foram possíveis com a derrota do Governo PSD/CDS, através da luta dos trabalhadores e do povo e a acção determinante do PCP.

João Pimenta Lopes teve ainda a oportunidade de denunciar a ofensiva em países como o Brasil e a Venezuela e as consequências das políticas de ingerência e desestabilização promovidas pelos EUA e pela UE, expressando solidariedade com os povos daqueles países, mas também com as expressivas comunidades portuguesas que veem a sua vida afectada por aquelas políticas.

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