Senhora Presidente, o Senhor Tiago Moreira de Sá fez aqui uma crítica ao Estado e à dificuldade da resposta do Estado e as perguntas que lhe quero fazer são muito diretas.
Está ou não está de acordo que é preciso termos empresas públicas no setor da energia, dos transportes, das telecomunicações para não assistirmos àquilo que estamos a assistir de empresas privadas que, para terem mais lucros, prescindiram da capacidade de resposta que deviam ter e hoje deixam as populações desprotegidas na garantia do acesso quer à energia, quer às comunicações, quer a transportes que são absolutamente essenciais?
Está ou não está de acordo que o Estado tem de ter um papel mais interventivo, por exemplo, em relação às questões da construção civil?
Porque sem uma intervenção do Estado a partir de empresas e setores estratégicos, não é possível ter uma resposta mais rápida quando o Estado faz para dar resposta às populações.







