
O país não está condenado ao ciclo vicioso do rotativismo dos partidos da troika
2 Maio 2014
Perante activistas e apoiantes da CDU em Soure, Jerónimo de Sousa afirmou "o PCP não se conforma que o país, os trabalhadores e o nosso povo tenham de esperar por 2015 para pôr este governo na rua, tal como não nos conformamos com a ideia que o país está condenado ao ciclo vicioso de rotativismo dos partidos da troika nacional que anunciam sempre novos rumos quando estão na oposição, mas seguem sempre o mesmo trilho, nas políticas europeias e nacionais, que condenam o país à crise e os trabalhadores ao desemprego, à exploração e ao empobrecimento".
O Secretário-Geral do PCP considerou o Documento de Estratégia Orçamental "vendido à opinião pública como o início de uma política de reposição dos rendimentos com início em 2015", como "um exercício de mentira e mistificação de quem quer continuar uma política de agravamento das injustiças e desigualdades, do aumento da exploração dos trabalhadores". "Uma política de mentira e mistificação vergonhosa por que ao contrário do que o governo afirma, o que sucederá em 2015 não é a reposição dos salários, pensões e reformas mas sim a continuação do roubo, tornado permanente aquilo que anunciara ser transitório".
"As eleições de 25 de Maio são a oportunidade, com o importante reforço da CDU, infligir uma pesada derrota ao governo, forçar a sua demissão e a imediata convocação de eleições antecipadas, uma oportunidade para expressar o mais vivo repúdio e condenação dos partidos da troika nacional e da sua política responsável pelo afundamento do país. Por isso é tão importante o envolvimento de todos neste combate contra a política de direita e pela alternativa", afirmou Jerónimo de Sousa referindo-se às eleições para o Parlamento Europeu.
Mais áudios


"O PCP continuará a bater-se pelos objectivos que considere necessários e indispensáveis para o País"

Gratuitidade dos manuais escolares. Combater o insucesso e abandono escolares

"Contem connosco no que for bom para o povo, não contem connosco naquilo que for negativo"

O compromisso do PCP é com os trabalhadores e o povo

"Temos o direito de afirmar a soberania de um Portugal independente, livre das pressões e ingerências da União Europeia"

Portugal e os portugueses tem força bastante para defender a sua soberania

Santarém e o país precisam de um PCP mais forte
- « primeira
- ‹ anterior
- 1
- 2
- 3
- 4
- 5
- 6
- 7
- 8
- 9
- …
- seguinte ›
- última »