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Castigar os responsáveis e construir a alternativa

Ganhos os votos e eleitos os deputados, «houve quem cumprisse o prometido e quem traísse o povo», disse Jerónimo de Sousa no jantar-comício no Couço. Por isso, insistiu, o próximo dia 5 de Junho é uma oportunidade para castigar os responsáveis pela situação a que o País chegou, e começar a construir a alternativa patriótica e de esquerda.

A TVI não cala a CDU

A CDU promoveu um protesto, esta noite, em frente às instalações da TVI face à decisão da estação de realizar dois debates, hoje dia 19 e a 23 de Maio, na TVI 24, entre as candidaturas de PS e PSD, pelos círculos eleitorais de Lisboa e Porto, excluindo assim os restantes partidos.

Nota do Gabinete de Imprensa do PCP

O Estado ao serviço dos banqueiros

O Estado ao serviço dos banqueiros

Face a desenvolvimentos na actividade da banca portuguesa, inseparáveis da actual fase em que PS/PSD/CDS se preparam para impor um pacto de submissão e agressão ao povo e ao país, o PCP reafirma que a aceitação do “Memorando de entendimento” imposto pela Troika, beneficia claramente a banca e os banqueiros e penaliza o país e os portugueses.

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Política de direita mercantiliza a cultura

Se a manhã de quarta-feira se centrou nos problemas da pesca, a parte da tarde foi dedicada à cultura. Numa iniciativa realizada no Fórum Lisboa, muitas foram as críticas à gestão do PS e do PSD, nos sucessivos ministérios da Cultura, que asfixiou financeiramente o sector, que minimizou os apoios do Estado e as políticas públicas e que alienou competências e responsabilidades.

A construir um bom resultado eleitoral

Mais de 150 mulheres do concelho de Vila Franca de Xira participaram, quarta-feira, no Clube Vilafranquense, num jantar com Jerónimo de Sousa, cabeça de lista pelo distrito de Lisboa. Uma iniciativa onde se fez um forte apelo ao voto das mulheres na CDU.

O Estado ao serviço dos banqueiros

Face a desenvolvimentos na actividade da banca portuguesa, inseparáveis da actual fase em que PS/PSD/CDS se preparam para impor um pacto de submissão e agressão ao povo e ao país, o PCP reafirma que a aceitação do “Memorando de entendimento” imposto pela Troika, beneficia claramente a banca e os banqueiros e penaliza o país e os portugueses.