Nas feiras, nas empresas e nos locais de trabalho, confirma-se o que temos afirmado: há uma enorme vontade de trabalhar. Esta gente quer trabalhar, e os feirantes, neste caso, também querem trabalhar, apesar dos grandes custo que têm às costas para poderem fazê-lo.
Enfrentam despesas que, em alguns casos, são difíceis de suportar, incluindo os custos das licenças e da participação.
Além disso, há um problema de fundo que é a falta de dinheiro nos bolsos das pessoas. Embora muitas pessoas compareçam às feiras e façam algumas compras, mas nada daquilo que era necessário. Qual é, então, a questão fundamental?
Voltamos ao ponto de partida, que é a necessidade de aumentar os salários e as pensões para que as pessoas tenham poder de compra e, assim, os feirantes possam vender seus produtos. Isto sim, era dar resposta ao problema do ciclo económico.
Gostaria de sublinhar também a grande disponibilidade e simpatia das pessoas. Podia não ser, mas é um facto que vocês puderam observar. Existe uma grande disposição e determinação para seguir em frente, também vai havendo um ou outro sinal de desalento e de desesperança. No entanto, não é isso que marca. O que marca é a vontade de mudar.
Isso demonstra que há forças para a gente por o país a andar para a frente, o que é o que todos nós precisamos para ter uma vida melhor.







