Os trabalhadores, os reformados, os jovens com vínculo precário, são os que mais sofrem com este Orçamento.
Este Orçamento não dá resposta a uma questão crucial hoje tendo em conta o aumento do custo de vida, tendo em conta as dificuldades em que as famílias e os trabalhadores se encontram, este Orçamento não dá resposta, particularmente à questão da valorização dos salários, da valorização das pensões e das reformas como condição urgente. Nem estamos a falar do problema estruturante, estamos a falar de um problema urgente, que infelizmente, tendo em conta aquilo que está a ser discutido e votado, não é um bom anúncio para os portugueses, na medida em que faltam as respostas necessárias para que hoje Portugal não corra o risco de retrocessos e de empobrecimento para largas camadas da população particularmente dos trabalhadores e reformados.
Mais Vídeos

Ver vídeo
Os pobres não sabem o que vão receber da PSU, mas já sabem que estão condenados a trabalhar de borla

Ver vídeo
Baixos salários, precariedade e rendas altas: estas são as causas da baixa natalidade

Ver vídeo
O CDS não engana ninguém: fala da família, vota contra as famílias

Ver vídeo
Sobre a transferência da Sala de Consumo Assistido no Porto da Pasteleira para o Aleixo

Ver vídeo
Sobre a ausência de um enquadramento legal específico para o Ensino Superior Artístico

Ver vídeo
Em nome das populações, da equidade do país e da democracia, o PCP não desiste da regionalização

Ver vídeo
Porque é que o PS não diz de uma vez por todas que desistiu da regionalização?

Ver vídeo
















