Dezassete mil e oitenta e oito mortos no mediterrâneo desde 2014.
Mil setecentos e quarenta e um só este ano.
É o cariz xenófobo e explorador, selectivo e desumano das políticas migratórias da UE que determinam a dimensão criminosa desta realidade.
Opções que limitaram as operações de resgate e salvamento, quer condicionando a operação de guardas costeiras de Estados-Membros, quer de outras embarcações envolvidas directa ou indirectamente nessas operações. A negação de acostagem para desembarque das pessoas resgatadas no mar, representa uma grave violação de convenções internacionais e do direito do mar.
A dramática situação que se vive e agrava no Mediterrâneo é indissociável de uma política migratória assente no conceito de “UE fortaleza”, que externaliza fronteiras e celebra acordos com países terceiros para a retenção e expulsão de migrantes e refugiados.
A morte silenciosa no Mediterrâneo ou o inferno na Líbia, esta é realidade que a UE impõe a milhares de pessoas que procuram refúgio, e que a história mais cedo que tarde, tratará de julgar!
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