Senhor Presidente, o momento é de expressar a solidariedade com Cuba e com o povo cubano e de denunciar e combater a escalada de agressão dos Estados Unidos contra Cuba, que constitui uma afronta aos princípios da Carta das Nações Unidas e ao Direito Internacional.
Não é Cuba, mas os Estados Unidos que têm vindo a praticar uma política de ingerência, de agressão e terrorismo de Estado contra outros países.
Não é Cuba, mas os Estados Unidos que representam a mais séria ameaça à paz e à segurança dos povos na América Latina e Caraíbas e noutras regiões do mundo.
Não é Cuba, mas os Estados Unidos que desrespeitam e agridem os direitos humanos e os direitos dos povos e a sua soberania.
A pretexto de um rol de falsidades, Donald Trump impôs, de forma unilateral e coerciva e extraterritorial, medidas coercivas aos países que vendam ou forneçam, direta ou indiretamente, petróleo a Cuba, com o objetivo de impor um bloqueio petrolífero para atingir ainda mais duramente a economia de Cuba e as condições de vida do seu povo.
Esta intensificação da agressão dos Estados Unidos a Cuba é parte do plano mais vasto do imperialismo norte‑americano para impor o seu domínio na América Latina e nas Caraíbas, e representa também uma acrescida ameaça à soberania e aos direitos de outros povos latino‑americanos em todo o mundo, e é por isso que o Parlamento Europeu deve condenar esta escalada de agressão.



