Intervenção de Jerónimo de Sousa, Secretário-Geral, Almoço CDU

«Os eleitos da CDU nunca faltaram, em maioria ou em minoria, à defesa dos interesses dos trabalhadores e das populações»

«Os eleitos da CDU nunca faltaram, em maioria ou em minoria, à defesa dos interesses dos trabalhadores e das populações»

[excerto]

Trabalho, Honestidade e Competência - são estes os valores justamente reconhecidos à CDU.

Valores e reconhecimento que levam milhares de cidadãos a confiar o seu apoio à CDU, certos de que é na CDU e nos seus eleitos que radica a garantia maior de ver o seu voto respeitado e a solução aos problemas de cada freguesia e concelho.

À escala das suas atribuições e competências, à acção das autarquias correspondem políticas, opções e orientações que devem ser avaliadas pelo seu conteúdo, consequências e interesses que em concreto prosseguem.

São esses elementos que diferenciam a nossa intervenção nas autarquias, que estão na origem do reconhecimento alargado da presença da CDU, que permitem identificar essa natureza e presença distintiva.

Uma intervenção que tem preservado e valorizado a gestão pública de serviços essenciais que são competência da autarquia prosseguir, a começar pela defesa da água pública.

Com mais CDU as populações ficam a ganhar.

Porque a CDU é a grande força de esquerda no poder local.

Porque as populações sabem que os eleitos da CDU não só asseguram uma gestão diferente, e ao serviço das suas aspirações, como encontram na CDU aquela presença única de ter nos órgãos ou fora deles quem aja, mobilize e organize a luta em defesa dos seus direitos.

Aos que por ignorância ou verbalismo atirem pedras para o ar, aqui podemos confirmar que os eleitos da CDU nunca faltaram, em maioria ou em minoria, à defesa dos interesses dos trabalhadores e das populações.

Foi com a CDU que os trabalhadores das autarquias contaram nas suas muitas lutas para defender o horário de trabalho e os seus rendimentos.

Foi com os eleitos e as autarquias da CDU que as populações do Seixal, do Barreiro, de Almada contaram para lutar contra o encerramento dos postos dos CTT.

Foi a CDU que a população teve a seu lado para impedir o fecho das agências da CGD de Almeida, da Freguesia do Sado, ou da Sobreda ao Lavradio.

Foi a autarquia de Peniche que esteve à frente das muitas acções que mobilizaram o povo do concelho contra o fecho do Hospital.

Foram as câmaras e juntas de freguesia da CDU no Alentejo – de Mora a Arraiolos, de Avis a Montemor - que travaram a luta, e nalguns casos venceram, contra o encerramento das escolas. São exemplo as localidades de Malarranha, Brotas, Silveiras, São Pedro da Gafanhoeira ou no Bombel.

Ainda hoje se conheceu que a autarquia de Mora e os pais agendaram para sexta-feira uma acção contra o encerramento de uma sala de aulas com 20 alunos em Pavia.

Foi com a CDU que os utentes da Transtejo e Soflusa contaram no seu protesto contra a redução de ligações fluviais;

Foi a CDU que esteve ao lado das acções das ordens locais de advogados contra o encerramento de Tribunais, por exemplo no Barreiro e na Moita.

Foi a partir das autarquias da CDU de Alcácer, Grândola e Santiago que se têm multiplicado as acções de luta, sejam marchas lentas ou concentrações contra a degradação do IC1; ou as muitas lutas pela construção do Hospital do Seixal, a Marcha em defesa do Hospital do Barreiro, ou por melhores serviços hospitalares no Hospital do litoral alentejano; ou as manifestações na Barrosa e Foros de Almada ao lado das comissões de utentes contra o encerramento dos postos de saúde;ou as centenas de acções em defesa das freguesias e da acção para a sua liquidação; ou as concentrações da população para protestar contra o fim da paragem do Intercidades na estação de Alcácer e Setúbal, e a luta em defesa da linha do Sado; ou as dezenas de acções contra o encerramento de centros de saúde, redução de horários de atendimento ou fecho de SAP. Ou como em S. Cristóvão, em Montemor, contra a retirada do médico.

Costuma-se dizer que o pior cego é aquele que não quer ver.

As populações sabem e conhecem que é com a CDU, as suas autarquias e os seus eleitos, que podem contar. Não apenas em palavras mas em actos.

Porque temos proximidade, ligação ao povo e aos seus problemas.

Mal teria sido se as populações tivessem estado à espera de outros para verem os seus direitos afirmados.

Cá nos encontrarão em futuros mandatos, como até aqui, para dar voz aos direitos das populações, para avançar propostas e soluções, para realizar a obra necessária à melhoria das condições de vida.

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