Saúde

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«O actual Governo tem o dever de defender e recuperar o SNS»

Na intervenção de encerramento do debate de urgência, Paula Santos afirmou "os utentes e os profissionais do SNS sabem que contam com o PCP para romper com as opções da política de direita, para defender o SNS e os serviços públicos, para defender o direito à saúde".

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«A saúde é um direito, não é um negócio»

Na intervenção durante o debate de urgência de hoje, Rita Rato afirmou "as PPP não servem os utentes, não servem a melhoria dos cuidados de saúde, não servem os profissionais de saúde! Servem os grupos económicos da saúde, servem o negócio da saúde e com isso não contam com o PCP"

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«A solução dos problemas estruturais do SNS passa pela opção da gestão pública»

No debate de urgência sobre o SNS, Carla Cruz afirmou "ataque desferido ao Serviço Nacional de Saúde ao longo dos anos pela política de direita deixaram profundas marcas que são difíceis de ultrapassar. Mas é urgente que se tomem medidas para a resolução dos problemas estruturais."

Recusar as PPP, travar o subfinanciamento crónico do SNS, valorizar os profissionais e utentes

Recusar as PPP, travar o subfinanciamento crónico do SNS, valorizar os profissionais e utentes

As políticas de direita levadas a cabo por sucessivos governos, reduziram trabalhadores, acabaram com carreiras específicas, transformaram hospitais em empresas, transferiram doentes e recursos financeiros para os grandes grupos económicos que operam no sector da saúde e puseram empresas, cujo objectivo é o lucro, a gerir unidade hospitalares, que têm como missão garantir uma situação global de saúde da população portuguesa.
Foram anos destas opções de direita que fragilizaram o Serviço Nacional de Saúde e promoveram a insatisfação dos profissionais.

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«As Parcerias Publico Privadas são uma oportunidade de negócio para grandes grupos económicos»

Na intervenção de abertura do debate de urgência requerido pelo PCP sobre Serviços Públicos e Parcerias Público-Privadas na Saúde, João Ramos afirmou que "é necessário é uma aposta clara num serviço público, gerido pelo Estado, assente na sua proximidade aos cidadãos e garantindo que não exista qualquer entrave na acessibilidade".

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«Não foram poucas as vezes que estivemos praticamente sozinhos na luta contra as privatizações»

«Não foram poucas as vezes que estivemos praticamente sozinhos na luta contra as privatizações»

No debate quinzenal realizado hoje na Assembleia da República, Jerónimo de Sousa falou das prioridades politicas para o ano 2018 (aqui) e questionou o governo sobre as privatizações dos CTT, GALP e EDP (aqui) . Jerónimo de Sousa falou ainda da situação dos cuidados de saúde, tendo em conta o surto gripal que estamos a atravessar e que será abordado no debate de urgência de amanhã, requerido pelo PCP (aqui) .

Recomenda ao Governo que agilize os processos de avaliação de dispositivos e equipamentos para controlo da Diabetes Mellitus

Em estudo realizado em 2015, estimava-se que a prevalência da Diabetes Mellitus em Portugal seja de 13,3% da população, contudo, 44% da população estará por diagnosticar. A prevalência da Diabetes em Portugal na população residente entre os 25 e os 74 anos nos 9,9% é superior ao da OCDE35.

Recomenda ao Governo Reforço da capacidade das respostas públicas na área da toxicodependência e alcoolismo

I

O Relatório Anual 2015 - A Situação do País em Matéria de Drogas e Toxicodependências - revela, a partir do INPG 2012 - III Inquérito Nacional ao Consumo de Substâncias Psicoativas na População Geral, Portugal 2012 - realizado na população geral residente em Portugal (15-64 anos) que “a cannabis, o ecstasy e a cocaína foram as substâncias ilícitas preferencialmente consumidas pelos portugueses, com prevalências de consumo ao longo da vida (pelo menos uma experiência de consumo) respetivamente de 9,4%, 1,3% e 1,2%.

Recomenda ao Governo que analise a evolução dos impactos na saúde do consumo de cannabis e da sua utilização adequada para fins terapêuticos e tome as medidas necessárias à prevenção do consumo desta substância psicoativa

Recomenda ao Governo que analise a evolução dos impactos na saúde do consumo de cannabis e da sua utilização adequada para fins terapêuticos e tome as medidas necessárias à prevenção do consumo desta substância psicoativa

I - A Cannabis é uma planta que se cultiva em diversas zonas geográficas, uma vez que se adapta tanto a climas quentes como temperados, sempre que tenha a necessária provisão de água.

Existem três espécies desta planta: a sativa, indica e reduralis, sendo a cannabis sativa aquela que é cultivada e usada há mais anos.