Festa do Avante em wap.pcp.pt

Classificações da Corrida da Festa


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Jerónimo de Sousa
no Comício da Festa do «Avante!»
(04.09.2005)

Ao intervir no comício de encerramento da Festa do «Avante!», o Secretário-Geral do PCP, depois de saudar «todos os homens, mulheres e jovens, com diversos saberes e experiências» que ergueram a Festa, passou em revista a situação internacional rearfimando que «o PCP continuará a lutar por uma política digna do Portugal de Abril, uma política patriótica, de independência nacional, de relações de amizade e cooperação diversificadas com todos os povos do mundo. Continuará a lutar contra o envolvimento de Portugal na estratégia agressiva e expansionista do imperialismo, quer se trate dos EUA, da NATO ou da União Europeia». No âmbito nacional, Jerónimo de Sousa criticando a política de obsessão pelo défice, denunciou a anunciada intenção do Governo de «continuar a privatização e desmantelamento do Estado e o ataque aos direitos dos trabalhadores da Administração Pública» e anunciou algumas das propostas do PCP designadamente: «a valorização das prestações sociais, seja das pensões mínimas, seja das restantes prestações sociais; o aumento dos salários dos trabalhadores da Função Pública; o fim do regime de isenção de off-shore da Madeira e dos benefícios fiscais às privatizações, à especulação bolsista e imobiliária». O Secretário-Geral do PCP apelou ainda à mobilização para a batalha das autárquicas, apresentada como «a nossa prioridade mais próxima e na qual nos devemos empenhar decididamente» e salientou a importância das eleições para a Presidência da República.
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Jerónimo de Sousa na abertura da Festa do “Avante!
(02.09.2005)

Na intervenção de abertura da Festa do “Avante!”, o Secretário-geral do PCP dirigiu uma «calorosa e justa saudação» aos construtores da Festa, salientando que «esta obra fascinante só é possível pelo Partido que temos e pelo Partido que somos, que não sendo obra perfeita ele reflecte a forma como os comunistas se posicionam na vida e na política, expressam as suas responsabilidades, convicções e compromissos perante os trabalhadores, o povo e o país, a sua compreensão e abertura aos problemas e desafios que hoje atravessam a sociedade». Jerónimo de Sousa depois de criticar a direita e o PS pela «aprovação duma lei de ingerência na vida dos partidos, numa falsa e hipócrita postura de moralização dos financiamentos aos Partidos», aprovando «também uma lei onde, para além de distribuírem entre si a parte de leão das verbas que saem do Orçamento do Estado, incluíram normas que directa ou indirectamente visam condicionar as receitas da Festa do “Avante!”», reafirmou a independência do PCP «face ao capital e aos senhores do dinheiro».
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18 de Agosto de 2005
Conferência de imprensa da Festa do Avante!
Declaração de Dias Coelho, do Secretariado do PCP

21 de Julho de 2005
CONFERÊNCIA DE IMPRENSA APRESENTAÇÃO DOS ASPECTOS GERAIS DO PROGRAMA POLÍTICO E CULTURAL
Declaração de Rui Fernandes Membro da Comissão Política e do Secretariado do Comité Central do PCP

SOM MÓVEL - PROMOÇÃO FESTA DO AVANTE!
ARTISTAS DA FESTA (AGOSTO 2005)
Ficheiro em MP3 para download (5 MB)

SOM MÓVEL - PROMOÇÃO FESTA DO AVANTE!
ARTISTAS DA FESTA (JULHO 2005)
Ficheiro em MP3 para download (23 MB)

SOM MÓVEL - PROMOÇÃO FESTA DO AVANTE!
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Nestes três dias da Festa do Avante – obra dos comunistas,
festa do PCP, grande festa que a juventude fez sua,
festa aberta a todos, que a todos acolhe e respeita
e em que todos podem encontrar algo que os enriqueça
– voltaram a brilhar, de forma sempre renovada,
as grandes componentes da sua singular identidade e do seu merecido êxito: o lugar destacado da arte e da cultura
e do seu amplo encontro com o povo; o ambiente caloroso,
tolerante e fraterno; o valor do trabalho humano e do papel dos trabalhadores, da solidariedade e do esforço colectivo;
a informação e o debate sobre as grandes questões do nosso país, do nosso mundo e do nosso tempo; a participação massiva da juventude afirmando a sua própria maneira de ser, de estar
e de viver; os ideais, o património histórico e o projecto de futuro que os comunistas portugueses empunham e que têm o seu símbolo maior na sempre insubmissa bandeira vermelha que ondula no ponto mais alto da Atalaia.

A Festa também é Trabalho Voluntário...

As jornadas de trabalho têm início, normalmente no mês de Junho, repetindo-se todos os fins-de-semana, feriados e fins de tarde até as portas abrirem aos visitantes.

Contudo, muitos camaradas passam praticamente todo o Verão a trabalhar na Atalaia, outros dedicam-lhe as férias ou parte delas.

A juventude é uma presença constante na fase de construção. Por isso, mesmo antes da Festa abrir, esta já é a Festa da juventude.

Ao todo e por alto, são contabilizadas mais ou menos quatro mil participações nas jornadas, estimando-se que sejam efectuadas mais de 20 mil horas de trabalho voluntário, gastas a erguer, decorar e equipar os cerca de 22 mil metros quadrados de área construída.

Nos dias da Festa, o funcionamento dos diferentes pavilhões, bares e restaurantes é assegurado por mais de 12 mil voluntários.

O trabalho é uma festa! Há muitos, que há anos, guardam dias das férias ou fins de semana no Verão para não faltarem, na Atalaia, às tarefas de construção da Festa. Mas há também os que vão pela primeira vez ajudar a construí-la.

E têm a surpresa de conhecerem o belo terreno da Atalaia, com Tejo em frente e Lisboa do outro lado, de verem a Festa crescer, semana a semana. Chegam geralmente em grupos. Inscrevem-se de manhã, cedinho, para as tarefas que vão sendo destinadas. Ainda se arranja tempo para um café ou mesmo para o pequeno almoço. E depois novos grupos se formam para atacar as várias frentes de trabalho.

Horas de almoço - o refeitório já o têm preparado. Mas há quem leve farnel e escolha uma boa sombra. E há também os camaradas e os amigos que cumprem a tradição saborosa de confeccionarem refeições. Eleva-se no ar o fumo das braseiras e o cheiro das sardinhas ou das febras.

A paisagem vai-se modificando à medida que finda Julho e Agosto aí vem. Já muitas estruturas se erguem, mas a relva bem tratada, a prometer mais frescura nos três dias de Setembro, é ainda o que chama mais a atenção do visitante.

O terreno está melhor e uma cuidada atenção dos diferentes pisos deixa esperar maior facilidade nas longas caminhadas que todos fazemos porque não queremos perder pitada do que se vai passar na Festa.

Mas há ainda muito trabalho a fazer.
Que tal programar desde já uma ajuda no próximo fim de semana?